Por que estudar etiqueta?

Posted on 20mar

Há muito tempo que etiqueta já não é mais frescura, e saber se portar bem em qualquer ocasião é fundamental para você se sair bem uma entrevista de emprego, fechar negócios ou até mesmo conquistar a garota dos sonhos.

 

Não somente para impressionar no primeiro contato, mas principalmente para manter essas relações e tornar-se uma pessoa pela qual todos tem apreço.

 

E em 2017 conheci Philip Sykes, da The British School of Etiquette, que compartilha da mesma visão de etiqueta que eu tenho. E foi com uma imensa felicidade que fiz as malas e viajei a Londres para conhecer a ele, sua equipe e a escola, que em seguida certificou a Escola Brasileira de Etiqueta, fundada por mim.

 

Patricia Junqueira em sua aula na formação de professores da The British School of Etiquette

 

Saber etiqueta é tão fundamental, que me pergunto porque não é mais ensinada nas escolas, como era antigamente.

 

Com esse gap de aprendizado não sabemos nos relacionar de forma apropriada e perdemos oportunidades na vida. Afinal de contas, quem nunca se viu constrangida por não saber se está vestida adequadamente, ou não sabia lidar com talheres e taças, como cumprimentar, se senta ou se fica em pé quando a anfitriã nos convida para ir a mesa, entre tantas outras coisas?

 

Isso nos torna pouco confiantes perante essas situações e eventualmente até nos faz perder oportunidades na vida. Afinal de contas, quem em uma sai justa consegue se vender, se relacionar ou mesmo estabelecer uma boa conversa?

 

 

Pronto! Está ai. Esse é o ponto em que a etiqueta faz toda a diferença.
Não a etiqueta como a conhecemos de simplesmente abrir a porta para uma senhora ou como usar os talheres, mas a etiqueta que vai além dessas regrinhas – que sim, são úteis, nós as usamos e ensinamos.

Mas a etiqueta que cria relações humanas e o torna uma pessoa confiante.

 

Negócios são fechados por pessoas, não por empresas. Assim como casamentos, relações familiares, sociedades, tudo na nossa vida são pessoas. E a etiqueta nos ensina a nos relacionarmos de forma apropriada, profunda, efetiva e verdadeira.

 

Sem usar máscaras para ser outra pessoa. Ou para fingir que é chique, elegante, com boas maneiras. Mas aprender a ser um “melhor você”, com toda a sua personalidade e com a sua história de vida. Ter etiqueta e boas maneiras é ser quem você é, ainda melhor.

 

 

E essa é a proposta minha como fundadora, e da Escola Brasileira de Etiqueta. Desenvolver pessoas em todo o seu potencial através da etiqueta.

 

Ensinar a falar de forma adequada, se vestir, como chegar nos lugares, se apresentar, cumprimentar, como iniciar uma boa conversa, como fazer agradecimentos, como conduzir uma conversa, como se portar a mesa e principalmente como se tornar uma pessoa importante para as pessoas a sua volta, fazendo diferença na vida delas.

 

Isso a torna uma pessoa mais confiante, capaz de alcançar seus objetivos.

 

Vivemos de forma apressada, com a agenda sempre cheia de compromissos, transformando nossas relações em contatos superficiais e por fim não nos importamos com o outro.

 

Etiqueta é para todos, e em qualquer ocasião. É para uma sociedade melhor. Para exercermos o respeito, a ética e criarmos relações verdadeiras com as pessoas. É como nos projetamos na sociedade e como atuamos em cada contato do nosso dia. Saber etiqueta é fundamental para também para fazermos um mundo melhor.

 

 


Saber etiqueta para ter sucesso!

Posted on 20mar

Se sair bem em uma entrevista de emprego ou em uma apresentação de negócios é consequência de uma habilidade fundamental: confiança.

 

A pessoa confiante não só se sai bem de qualquer situação, como inspira seus colegas, clientes ou entrevistador, pois transmite a sensação de estar em um lugar de pleno domínio do assunto ou da situação em que todos querem estar.

 

 

A confiança vem de você estar preparada, ter domínio da sua linguagem corporal, saber falar de forma adequada e de estar vestida de forma apropriada, entre tantas outras coisas que envolvem a etiqueta.

 

Começar uma entrevista, um emprego, um projeto ou uma abordagem profissional da forma correta e apropriada é o primeiro passo para o sucesso e para você causar uma boa primeira impressão.

 

No entanto, a capacidade de conduzir-se de forma segura, apropriada e confiante, nem sempre vem de forma natural, uma vez que não é fácil driblarmos as nossas inseguranças, medos, timidez e até maus hábitos adquiridos ao longo da vida.

 

Dessa forma, treinamentos, cursos, consultorias e aconselhamentos se fazem necessários e são capazes de mudar a vida de uma pessoa.

 

 

Ter boas maneiras e saber etiqueta é mais que simplesmente regras, ajuda a pessoa a se conduzir de forma natural às diversas situações do dia a dia, a conduzir bem uma conversa, negociação ou uma entrevista, a impressionar tornando-se uma pessoa importante no seu convívio social, e isso tudo leva ao tão sonhado sucesso.

 

Ter boa capacidade técnica é sem dúvida fundamental para sucesso na sua carreira, mas as relações humanas e interpessoais tornam-se ainda mais importante no início da sua carreira e quando você começa a chegar no topo da hierarquia, onde seu sucesso dependerá também ou principalmente das suas relações com fornecedores, clientes, pares e funcionários.

 

Dessa forma, tanto para começar uma carreira, como para sustentá-la é necessário usar dos artifícios da etiqueta e das relações.

 

Etiqueta é para todos, em todas as ocasiões, e pode ser a chave do seu sucesso!

 

 


Etiqueta para crianças: nunca é cedo para aprender

Posted on 20mar

Crianças são crianças, e não estão imunes aos destemperos infantis, ainda que crianças da realeza, como o Principe George que jogou uma cesta de confetes no chão e pisou no vestido de casamento de sua tia Pippa Middleton ou da Princesa Charlotte que fez birra antes de embarcar no avião no avião Real – ambos repreendidos imediatamente pela Duquesa de Cambridge.

 

No entanto ensinar boas maneiras às crianças permite não só que elas tenham uma base sólida para a vida toda, e sejam capazes de transitar bem e de forma natural em qualquer ocasião quando crescerem, como também serem mais felizes e terem mais prazer nos eventos sociais enquanto crianças.

 

 

Isso porque, a criança que sabe se portar e se adequar as diversas situações passa a termo momentos prazerosos, assim como seus pais. O resultado disso? Uma família mais feliz, harmoniosa e sem conflito.

 

Você já se imaginou podendo almoçar tranquilamente em um restaurante com seu marido e filhos sem crianças correndo, fazendo birra ou derrubando toda a comida? Parece um sonho? Isso é possível com um pouco de tempo, treinamento e paciência.

 

Nós, assim com a  The British School of Etiquette, acreditamos que é possível desenvolver as crianças, não importa o quão pequenas elas são, começando dos gestos mais simples, até escrever uma carta de agradecimento conforme for crescendo. E com quem idade deve começar a aprender a se portar a mesa? Desde o primeiro minuto.

 

A criança irá se comportar nos lugares da mesma forma que aprende e que lhe é permitido comportar-se em casa. Então, a primeira dica é não abrir mão da educação e boas maneiras em casa, pois a criança não tem maturidade para diferenciar o que pode fazer em casa ou fora. Ela simplesmente repete o padrão.

 

Dessa forma fica tudo mais fácil: as boas maneiras devem estar em todos os lugares e a qualquer hora, seja em casa ou fora dela.

 

Agora vamos dar algumas dicas para facilitar a sua vida. E lembre-se, se precisar de uma ajudinha profissional, temos cursos especializados em crianças!

 

 

– Bom dia, boa tarde, boa noite, obrigado e por favor são palavras mágicas e devem ser usadas o tempo todo, mesmo em casa

– Ensine a criança a bater na porta antes de entrar, em qualquer local

– Antes de interromper um adulto a criança deve sempre pedir licença e aguardar o adulto atendê-la

– Cumprimentar adultos ao chegar e se despedir ao sair, sem pular e sem se mexer muito

– Sempre lavar as mãos ao sentar a mesa

– Os cotovelos devem ser mantidos fora da mesa

– Mastigar de boca fechada e sem fazer barulho

–  Ensinar a criança a não correr e como se comportar em lugares públicos

– Ensiná-las a atender o telefone de forma apropriada e dar recados

 

Essas são pequenas dicas que quando aplicadas no dia a dia começam a fazer uma grande diferença, e preparam a criança para as grandes lições que ainda estão por vir!

 

Espero que tenham gostado e se inspirem a tratar crianças como pessoas capazes de aprender e se comportar de forma adequada, para se tornarem adultos gentis, que se destacam pela naturalidade com que se relacionam.

 

** Texto baseado nos conceitos da The British School of Etiquette


Como minha equipe pode vender mais?

Posted on 24mar

O grande desafio do dia a dia nas grandes empresas é como vender mais. Seja de forma inovadora, seja surpreendendo o cliente, com novos produtos, novas técnicas de negociação….. mas você já parou para pensar em como a sua equipe está se relacionando com seus clientes e prospects?

Esse é um ponto que poucos prestam a atenção como resultado final das vendas, mas é o fator decisivo não só na hora da compra, mas também durante todo o processo de vendas, desde agendar a reunião, como apresentar o produto, como seu cliente chega e cumprimenta o cliente, como ele lida com o telefone que toca ou a mensagem que chega enquanto está falando com o cliente, como ele se porta no restaurante em um almoço de negócios e até mesmo como ele se posiciona nas suas redes sociais.

Tudo influencia a decisão de compra, porque somos todos pessoas, julgamos o outro e criamos um conceito a respeito da imagem e da relação que temos com as pessoas a nossa volta.

E se você está ai pensando se isso impacta na venda da sua empresa, a resposta é sim, sim, sim!

Não adianta ter o melhor produto, melhor preço, condição de pagamento, um site ou uma loja linda, se sua equipe inteira não trata o cliente de forma a surpreendê-lo, criando uma relação respeitosa e verdadeira com ele, que o faça amar a sua empresa de forma a nem cogitar comprar de outra marca que não seja a sua.

Já ouviram falar do vendedor que muda de empresa e que todos os clientes vão com ele? É exatamente disso que eu estou falando. E isso se chama CONFIANÇA.

Acontece com a manicure, com o médico, com o vendedor e com todas as empresas do mundo. Uma relação criada com o seu vendedor fideliza o cliente.

E aí você me pergunta, mas e se eu perder o vendedor para a concorrência? Não posso ficar dependente dele. Sim, mas esse é um trabalho do seu RH e da equipe de marketing da empresa para construir uma marca forte e uma empresa que seu vendedor queira trabalhar. Como gestor de vendas, seu trabalho é fazer seus clientes amarem seus vendedores e seus vendedores amarem seus clientes. Caso contrário, você pode ter a melhor empresa e a melhor marca, que suas vendas continuaram na média.

Optar por não desenvolver sua equipe para criar um relacionamento verdadeiro com o seu cliente será certamente um caminho para o insucesso. E isso independe só de você, pois o bom vendedor faz isso instintivamente.

Então, deixe as inseguranças de lado, e crie uma equipe forte, que surpreende as expectativas do seu cliente a cada dia, fechando contratos incríveis a cada dia.

Essa é a roda da prosperidade para você, para eles e para a empresa. Saudável e que faz todos crescerem e se desenvolverem a cada dia, querendo fazer parte de uma empresa que olha e valoriza seus funcionários.

Como fazer isso? A etiqueta é uma das ferramentas que ensina você a se relacionar de forma profunda e verdadeira com as pessoas, se tornando importante para todos, e aquela pessoa que todos querem sentar ao lado.

Etiqueta é para todos.

 

 


Etiqueta e a teoria do centésimo macaco

Posted on 29mar

O centésimo macaco é o nome dado a uma teoria recente que vem servindo de tema literário nos últimos vintes anos, e que nos faz refletir sobre nosso papel quando nos sentimos sozinhos em uma nova onda.

Assim como mitos gregos como “Cavalo de Tróia” não se sabe ao certo aonde começam os fatos reais e onde começam as metáforas, de qualquer forma, o importante é a reflexão que fazemos a respeito e que trazemos para nossa vida.

Uma vez em reunião com um alto executivo de uma conceituada agência de propaganda em São Paulo, quando eu falava de etiqueta ele me lançou uma pergunta: “O que devo fazer, pois sempre que me levando ao chegar uma mulher na sala todos olham com certa estranheza para mim, e fazem até piada. Entendo que isso é gentileza e assim fui educado pela minha mãe.”

 

 

Após essa pergunta, meus cursos se intensificaram e muitos alunos meus passaram a fazer a mesma pergunta. Pois após uma enxurrada de conhecimento sobre etiqueta, que traz sobre a luz do dia comportamentos diferenciados perante a sociedade, alguns sentiam que poderiam parecer “fora da caixa”.

Parece conversa de gente louca, pois a estranheza deveria ser ao contrário, quando não existe a gentileza e a educação. Mas estamos infelizmente vivendo em uma época onde parece que ERRADO é a pessoa que é gentil, que abre a porta para uma mulher passar ou que para em fila dupla. A pessoa no metrô sentada no lugar de um idoso não tem problema, ninguém fala nada e nem fazem piada.

De fato os valores estão trocados, ou talvez nem tenhamos mais valores…. E como recuperamos isso nessa altura do campeonato?

Foi quando em uma conversa com a minha terapeuta Dora M Bentes, ela falou da teoria do centésimo macaco, e isso me deu um clique.
Aqui apresento a teoria para vocês baseada na versão de Ken Keyes Jr e os convido para uma reflexão.

 

 

Ao longo da costa do Japão, na ilha de Kochima, os cientistas estudam colônias de macacos habitantes de ilhas isoladas, há mais de trinta anos. Para poder manter o registro dos macacos, eles colocavam batatas doces na praia, para que os animas as comessem, assim expunham-se e podiam ser observados com total visibilidade.

Um dia, uma macaca começou a lavar a sua batata no mar, antes de comê-la. Podemos imaginar que seu sabor tornava-se assim mais agradável, pois o tubérculo estava livre da areia e do cascalho e, talvez, ligeiramente temperado de sal.

A macaca mostrou aos outros macacos como fazer aquilo e aos poucos mais e mais macacos passaram a lavar as batatas em vez de comê-las com areia e tudo.

 

 

Foi então que aconteceu uma coisa surpreendente.

No outono de 1958 muitos macacos – não se sabe ao certo quantos – lavavam suas batatas-doces. Vamos supor que, um dia, ao nascer do sol, noventa e nove macacos da ilha de Kochima já tivessem aprendido a lavar as batatas-doces. Vamos continuar supondo que, ainda nessa manhã, um centésimo macaco tivesse feito uso dessa prática. Então aconteceu! Nessa tarde, quase todo o bando já lavava as batatas-doces antes de comer. O acréscimo de energia desse centésimo macaco rompeu, de alguma forma, uma barreira ideológica!

Foi quando os cientistas observaram uma coisa ainda mais surpreendente – o hábito de lavar as batatas-doces havia atravessado o mar. Bandos de macacos de outras ilhas, que não tinham contato com a ilha de Kochima, também começaram a lavar suas batatas-doces. Assim, quando um certo número crítico atinge a consciência, essa nova consciência pode ser comunicada de um para o outro, mesmo que as colônias de macacos das outras ilhas nunca tivessem tido contato direto com a primeira.

 

 

Ali estava uma validação para a teoria do campo morfogenético: era possível explicar dessa maneira o que acontecera. O “centésimo macaco”  foi o hipotético e anônimo macaco que virou o jogo para a cultura como um todo: aquele cuja mudança de comportamento assinalou ter sido alcançado o número crítico de macacos que modificaram sua conduta, e após o qual todos os animais de todas as ilhas passaram a lavar as suas batatas.

A Teoria do Centésimo Macaco significa que, quando só um número limitado de pessoas conhece um caminho novo, ele permanece como patrimônio da consciência dessas pessoas. Mas há um ponto em que, se mais uma pessoa se sintoniza com a nova percepção, o campo se alarga de modo que essa percepção é captada por quase todos.

 

 

Voltando para a Etiqueta, você pode ser o centésimo macaco! E eu aqui escrevendo esse artigo quero ser o centésimo macaco.

Mudar o seu comportamento é mais que mudar a si mesmo, é ser o exemplo da mudança que queremos no mundo.

E é assim que respondo para meus alunos que muitas vezes se sentem constrangidos ao comer de forma correta a mesa quando todos pegam errado nos talheres e falam com os mesmos nas mãos, ou quando os olhares se direcionam para o gentil homem que se levanta ao chegar uma mulher na sala.

Todos nós queremos essa mudança, talvez sejamos orgulhosos demais para admitir, ou queiramos mesmo ficar na nossa rebeldia para nos sentirmos jovens ou aceitos pelo grupo. Mas isso nada mais é do que resistência a um movimento que já se iniciou e que é inevitável.

 

 

Saber etiqueta não só permite que você se torne uma pessoa mais confiante, elegante e bem quista, como também ajuda a fazer o mundo melhor. 

Convido você para unir-se ao bando e ser o centésimo macaco nesse movimento! Sem medo, sem vergonha de ser você ainda melhor, e principalmente se desenvolvendo como pessoa e como profissional a cada dia.

É o nosso papel construir a consciência de um país e de um mundo onde estamos todos conectados em uma grande rede chamada sociedade, onde o que eu faço impacta diretamente no outro, e que ter atos e pensamentos éticos contribui para o dia de todos – até os que estão fisicamente em outras ilhas.

Qual a sua escolha?

Etiqueta é para todos.

 


Você conhece os protocolos da Família Britânica?

Posted on 08abr

Muitas curiosidades cercam a vida da Rainha da Inglaterra a respeito de seus protocolos, e hoje vamos contar alguns deles para você, com a contribuição de Philip Sykes, fundador da The British School of Etiquette, cuja família trabalha há gerações assessorando a Família Real Britânica.

Philip desde criança foi educado segundo a etiqueta e boas maneiras e aprendeu naturalmente todos os protocolos reais britânicos.

 

Como contatar a Familia Real?

As comunicações são feitas somente por cartas, não existem emails ou telefonemas. É recomendado que, antes a autoridade do seu país ou cidade faça um contato informal com a autoridade real ou secretário privado informando sobre a carta e o pedido em questão, para depois enviar a carta para a pessoa da família real em questão.

Ao escrever não há protocolo exato, mas a abertura deve ser “Madame ou Senhor(a)”. Para a Rainha sempre finalizar com a frase “Eu tenho a honra de ser uma humilde e obediente serva(o) de sua Magestade”.

Para membros da Família Real deve simplesmente finalizar “com meus melhores cumprimentos”

 

Como cumprimentar a Família Real?

Os homens só devem fazer uma reverência com a cabeça, enquanto as mulheres fazem uma pequena reverência. Dependendo da cultura do país eles aceitam o cumprimento de mão, mas não faz parte do protocolo real.

Ao ser apresentado a Rainha deve sempre chamá-la de “Sua Majestade” e “Senhora” em menções subsequentes. Para os demais membros chamamos de “Sua Alteza Real”

 

 

 

Podemos tocar as pessoas da Familia Real?

Sempre vira manchete quando alguém toca alguém da Família Real, como por exemplo quando Michelle Obama em 2009 abraçou a Rainha – e ela a abraçou de volta. Após esse acontecimento, o Palácio de Buckingham deu passo corajoso emitindo uma declaração que não é proibido tocar um monarca, e que o abraço de Michelle Obama foi um ato expontâneo de afeto.

 

Jantando com a Realeza

Se a Rainha ou alguém da realeza estiver de pé, você também deve ficar. Só se senta após todos os monarcas sentarem. E o protocolo real se diferencia da etiqueta social, pois onde diz que todos devem parar de comer quando a Rainha para, inclusive o Principe Philip deve seguir essa regra. A etiqueta social nos ensina que a anfitriã deve observar o ritmo dos seus convidados e dar a última garfada quando o último convidado terminar.

Se você se sentar a esquerda da Rainha, espere que ela inicie uma conversa. A convidada de honra senta-se sempre a sua direita e ela falará com eles durante o primeiro curso, depois trocará de lado. O piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton recebeu um gentil “toque” da Rainha ao falar com ela enquanto estava sentado do seu lado esquerdo, ela o informou que “voltaria para ele depois”.

Em uma recepção você nunca deve sair antes dos membros reais, a não ser que tenha uma permissão expressa para isso.

 

 

Banquetes do Palácio deBuckingham

Cerca de 170 convidados são convidados para os banquetes oficiais no Palácio de Buckingam, com cerca de dois meses de antecedência, embora os preparativos possam levar até um ano.

Existem protocolos rígidos para preparar e jantar em uma recepção real. Deve haver 18 polegadas entre a faca e garfo em cada configuração de tabela. Normalmente há quatro cursos – peixe, carne, pudim e frutas – e cada convidado é servido com cinco vinhos, começando com champanhe.

O jantar, no salão de baile, dura uma hora e 20 minutos, após o qual os hóspedes partem para o café nos quartos do estado.

 

 

Festas no jardim da Rainha

É mais provável que uma pessoa normal participe de uma festa no jardim do Palácio do que em um banquete do Palácio – nos dias atuais, mais de 24.000 pessoas são convidadas para três eventos importantes a cada ano, uma prática que a rainha implementou para tornar a realeza mais acessível.

 

Conversando com a rainha

Obviamente, a rainha é uma especialista em conversa fiada e sua linha favorita é a genérica: “Você veio de longe?” O melhor conselho oferecido é conversar com facilidade e neutralidade – e evitar falar em política ou religião.

 

 

O que vestir ao encontrar-se com a Rainha? 

Seu convite deve indicar um código de vestimenta formal, como vestido de dia ou traje de salão, e se necessário um chapéu e luvas.

Modéstia é o nome do jogo. As mulheres reais costumam usar um salto de meia altura.

Sra. Obama evitou seu habitual vestido sem mangas para conhecer a rainha, uma vez que a etiqueta diz que não se usa vestido sem manga em situações formais.  

 

 

Todas essas dicas e curiosidades podem ser úteis apenas para conhecimentos gerais, mas nunca se sabe a oportunidade que pode surgir no futuro em uma empresa que você vá trabalhar, em um trabalho ou projeto que possa desenvolver ou até mesmo em um casamento. 

 

Saber etiqueta, boas maneiras e os costumes de cada região, país e até mesmo da família real é fundamental para você se sair bem em uma viagem ou mesmo ao receber uma pessoa de outro país em sua cidade.

 

Afinal de contas, você só tem uma chance de causar uma boa impressão.
Conheça nossos cursos de etiqueta social e corporativa.


Veja como foi o Curso Reputação & Etiqueta com Philip Sykes

Posted on 08maio

Abril foi um mês com muitas atividades importantes na nossa escola e uma delas foi sem dúvida o primeiro curso de Philip Sykes no Brasil.

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Fundador da The British School of Etiquette – escola que certifica a Escola Brasileira de Etiqueta – Philip Sykes trouxe para nós uma visão inédita da etiqueta e de como construirmos relações verdadeiras a partir da etiqueta. E acreditem, foi um curso incrível, onde todos (todos mesmo!) saíram de almas lavadas e o coração aberto para criarem uma vida nova a partir das relações.

 

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O grupo formado por pessoas de diferentes culturas, países, idades e formações foi perfeito para compartilharmos experiências das mais diversas.

 

Suzana tem um programa de TV onde fala de etiqueta e veio da Angola especialmente para participar do curso com Philip Sykes. Além dela, tinhamos organizadoras de eventos, advogadas, terapeutas, executiva de marketing e executiva administrativa, e profissionais de mesa posta.

 

Uma experiência incrível que nos proporcionou uma troca interessante de cultura e pontos de vista.

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Philip Sykes e compartilhou conosco sua experiência de como se relacionar com as pessoas de forma verdadeira através da etiqueta e dicas preciosas de como fazer isso no dia a dia.

 

Como por exemplo o poder de você cumprimentar uma pessoa olhando nos olhos e com um sorriso verdadeiro, de coração. Isso cria um vínculo imediato com a pessoa e permite que vocês estejam abertos para uma boa conversa.

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Falou também de inteligência emocional e de como precisamos estar de coração aberto nas relações com as pessoas para criarmos um ambiente propício onde todos possam confiar um no outro de forma incondicional.

 

E deu um exemplo muito claro de que criar esse ambiente depende somente de nós, e através da gentileza e etiqueta podemos transformar os ambientes a nossa volta e nos posicionarmos de forma diferenciada.

 

Quando alguém chega para você de forma rude, agressiva e até injusta, é nossa escolha como iremos responder.

 

E ele nos aconselha a seguir a regra número 1 da etiqueta que é ser gentil em todas as situações, respondendo, por exemplo quando o marido chega em casa reclamando da bagunça: “Olhe querido, eu também tive um dia cheio e estou bem cansada, que tal se você abrir um vinho para nós enquanto eu termino o jantar e depois podemos juntos arrumar essa bagunça?”

 

A postura gentil é transformadora e saudável para todos os ambientes e é nossa escolha construir nossas relações dessa forma a cada dia.

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Philip Sykes também nos encantou com seu discurso sobre Reputação. Um assunto pouco discutido no Brasil e que muitos param para pensar exatamente o que é e como construir.

 

Nossa reputação é tudo. O que falamos e o que não falamos. Como nos posicionamos em todos os sentidos, em casa, no trabalho, nas redes sociais… é o que construimos como imagem de nós mesmos e através disso as pessoas e empresas escolhem ou não estar conosco.

 

Construir uma boa reputação e mantê-la é essencial para chegarmos aonde queremos, e fazemos isso também através da ética e das boas maneiras.

 

Como tratamos as pessoas, o cuidado que temos com o outro, se percebemos que uma pessoa não está bem e como agimos nessa situação, se nos preocupamos a fundo e verdadeiramente com o grupo com quem trabalhamos, e até mesmo se nos preocupamos com nossos filhos criança ou adolescente que também estão criando sua reputação para o futuro.

 

E nos deu o exemplo de Mark Wahlberg que quando jovem se envolveu em situações complicadas, o que refletiu em sua carreira de ator posteriormente, tendo esse que cuidar severamente de sua reputação para que a mesma não atrapalhasse na sua trajetória profissional.

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Cuidar do outro e de nós mesmos é tarefa constante e se torna um estilo de vida.

Como eu me visto, meu sorriso, minha postura, as conversas que trago para a mesa ou para uma roda de amigos… tudo constrói a minha imagem e reputação. E uma pessoa com boas maneiras deve ser sempre uma pessoa que agrega para o grupo e se importa com pessoas.

 

E complementa “Eu amo pessoas”.

 

Isso torna Philip Sykes ainda mais especial, pois ensina as pessoas de forma genuína e realmente é a representação do que fala.

 

“Temos que ser fora o que somos dentro” – complementa Philip Sykes – “E é fundamental sermos por dentro nós mesmos, conectados com a nossa essência e com coragem de nos desenvolvermos a cada dia”

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Escolher ter etiqueta e boas maneiras, como já falo em meus cursos, é uma escolha diária e um aprendizado incrível de nós mesmos. De como nos tornarmos pessoas melhores a cada dia e como nos relacionarmos de forma a ajudar as pessoas a nossa volta.

 

Essa é a nova visão da etiqueta, a etiqueta do terceiro milênio, que deixa para trás todo o antigo conceito de que etiqueta é frescura ou para ricos.

 

Para isso é preciso ter coragem também para olharmos para nós mesmos, para nossas imperfeições e escolhermos mudarmos nossas atitudes a cada dia. E isso passa inclusive por cuidar do outro e segurar a porta para uma pessoa passar.

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Além do nosso coffe break fomos presenteados pelos deliciosos bem casados da Amor Doce Flor e os doces finos de Seli Rigazzi. Adoraçam o nosso dia e nos deixaram ainda mais feliz! Recomendo!

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Após um dia todo de ensinamentos de gentileza, etiqueta e boas maneiras, Philip Sykes ainda nos encorajou a encararmos nossos medos e irmos atrás do que acreditamos, dos nossos sonhos e objetivos.

 

Olharmos para nós significa também termos consciência do que nos trava e é fundamental para criarmos uma vida e uma carreira de sucesso, pois só tem sucesso quem olha para seus medos, acredita em si e faz acontecer.

 

Olhe para o que você mais tem medo e se pergunte “o que de pior pode acontecer? O que de melhor pode acontecer? E o que provavelmente irá acontecer?”- essa é mais uma dica para avaliarmos quem queremos ser e como iremos construir nossa carreira e nossa reputação.

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E foi com imenso prazer que a Escola Brasileira de Etiqueta trouxe para o Brasil Philip Sykes da The British School of Etiquette, uma das escolas mais conceituadas de etiqueta no mundo para nos presentear com ensinamentos incríveis de como nos tornarmos pessoas melhores através da etiqueta e boas maneiras.

 

 

 

A pedido das alunas, Philip Sykes escreveu pessoalmente o nome de cada aluna no certificado antes de fazermos as entregas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esperamos ansiosos pela vinda novamente de Philip Sykes ao Brasil para nos presentear com tantos ensinamentos, experiência e uma reputação que nos inspira cada dia mais em sermos melhores!

 

Aguardem!

 

Patricia Junqueira fundadora da Escola Brasileira de Etiqueta e Philip Sykes fundador da The British School of Etiquette


Curso Etiqueta Corporativa In Company – Grupo CEO Council

Posted on 11maio

Ensinar etiqueta é uma das coisas que eu mais gosto de fazer, pois adoro a sensação das pessoas sairem inspiradas a serem pessoas melhores e com uma visão mais ampla de como contribuir para a sociedade através da etiqueta.

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Mas esse grupo foi ainda mais especial! Sim, pois transformar a visão da etiqueta em um grupo de 40 executivos de marketing e eventos foi ainda mais desafiador.

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O evento CEO COUNCIL é exclusivo para executivos de eventos convidados para fazerem parte desse grande grupo de networking e capacitação. Lá eles ficam informados das grandes novidades de mercado, além de trocarem experiências entre si.

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Em aproximadamente duas horas falamos sobre as principais dicas de etiqueta e a importância de usá-la no dia a dia para construir nossas relações pessoais e profissionais, e como isso faz diferença no mundo dos negócios.

 

 

As dúvidas foram muitas, o que eu adoro, pois assim o curso se torna ainda mais interessante e dinâmico.

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Como etiqueta ainda é um assunto que o brasileiro está descobrindo e aprendendo a aplicar no seu dia a dia é natural que todos se deparem com situações onde não sabem agir e claro, nos divertimos com as experiências e saias justas que muitas vezes passamos.

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Isso torna nossa conversa ainda mais descontraída. E falar sobre etiqueta tem que ser assim, leve, descontraído e um prazer. Afinal de contas, estamos todos aprendendo e não há nada de mal nisso.

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Aprendemos a cumprimentar, a importância de olhar nos olhos das pessoas, postura, como responder mensagens, convites e muito mais.

 

Outro ítem muito importante foi como escrever cartas de agradecimento, coisa que raramente fazemos. E claro, a dúvida era de todos: não serve um whatsapp ou email? Tem que ser mesmo uma carta escrita a mão?

 

 

E no final uma grande surpresa para todos!

Sem que eles soubessem haviam cartas escritas para cada um deles que eu entreguei pessoalmente, das pessoas mais especiais para eles: suas famílias.

 

 

 

A emoção tomou conta de todos e a resposta foi uma só: sim, é muito importante escrevermos cartas!

 

 

E assim finalizamos mais um curso, de um dia intenso de atividades com o grupo e a sensação de alma lavada e o coração aberto para mudarmos nossas relações através da etiqueta.

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Se você quer levar cursos e palestras assim para sua empresa é só entrar em contato e teremos o prazer em apresentar esse mundo incrível da etiqueta para sua equipe e clientes.

 

contato@escolabrasileiradeetiqueta.com.br

 


Coquetel Lançamento Escola Brasileira Etiqueta

Posted on 12maio

Dia 25/Abril/2018 foi realmente um dia muito especial. Há alguns meses eu já venho contando para todos sobre o lançamento da Escola Brasileira de Etiqueta, que é certificada pela The British School of Etiquette, e inclusive já dando muitos cursos e palestras, mas, por pura falta de tempo, ainda sem nenhum comunicado oficial.

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Foi quando em fevereiro acertamos a vinda de Philip Sykes, meu professor, business partner e fundador da The British School of Etiquette, para o Brasil, entre outras coisas, para fazermos o lançamento oficial da escola.

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Foi sem dúvida um momento incrível onde pudermos dividir toda a visão da etiqueta que eu e Philip Sykes compartilhamos, e realmente fincar a bandeira da importância da etiqueta no nosso dia a dia como forma de você se relacionar, que é o grande propósito da Escola Brasileira de Etiqueta. 

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Quer ver como foi esse grande evento?

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Patricia Junqueira com Sylvia Dale

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O local escolhido não poderia ser melhor: a incrível loja da Cecilia Dale nos jardins, bairro nobre de SP.
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A loja de 2 andares abrigou nosso evento na parte superior e deixou livre os demais espaços maravilhosos de decoração de casa e mesa para inspirar todos a receber com muito charme e peças lindas.

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Nem preciso falar que fomos acolhidos com o maior carinho e de coração aberto por Sylvia Dale, que hoje toca o negócio da família com muita elegância e simpatia.

 

Nos sentimos realmente na casa de amigos!

 

 

 

 

Receber os convidados foi uma delicia!

 

Philip Sykes com sua elegância e gentileza fez questão de conversar com todos enquanto eu os dava boas vindas.

 

 

 

 

Casa cheia é uma delícia e é sempre uma alegria estar com pessoas!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Enquanto as pessoas chegavam e aproveitavam do coquetel eu e Philip Sykes recebemos os convidados para fotos que posteriormente viraram a lembrança do evento que os convidados receberam na saída.

 

 

 

 

 

Sylvia Dale fazendo a abertura do lançamento da Escola Brasileira de Etiqueta

 

Sylvia Dale, uma perfeita anfitriã abriu o lançamento da escola, agradecendo a todos por estarem presentes em sua casa, em seguida chamando a mim e Philip Skypes para ocuparmos seu lugar.

 

 

 

Abrindo meu pronunciamento contei um pouco de como surgiu a idéia de criar uma escola de etiqueta no Brasil, em meados de agosto de 2017 quando a crescente demanda por cursos de etiqueta e receber bem tomaram a minha agenda – e o meu coração.

*

Encantada pelo mundo da etiqueta a mesa e com a certeza de que esse seria somente um pedaço pequeno de todo contexto, comecei a estudar história da etiqueta com o historiador e professor Jair Marcatti. Foi quando tive o insight de que deveria estudar fora do Brasil e conhecer de perto os lugares onde a etiqueta nasceu.

 

 

 

Em outubro de 2017 já estava de malas prontas para uma imersão na The British School of Etiquette (Londres) e uma semana na França onde tive oportunidade de sentir a atmosfera que foi uma experiência incrível na minha vida e me deu a certeza de que eu queria trazer ao Brasil e disponibilizar para as pessoas tudo aquilo que eu estava vivendo: desde os incríveis ensinamentos de Philip Sykes até a vivência em lugares incríveis que foram criados no Renascimento por inspiração de Luiz XIV – que implementou a etiqueta no mundo ocidental.

 

 

Foi quando decidi que abriria a Escola Brasileira de Etiqueta e fiz a proposta para Philip Sykes que ela fosse certificada pela The British School of Etiquette, trazendo assim também a escola britânica para o Brasil.

 

 

 

 

E assim senti que estava finalmente cumprindo o meu propósito e voltei ao Brasil com a mala cheia de alegria e o coração super animado em poder compartilhar com todos a nova visão da etiqueta que é capaz de mudar a vida e as relações das pessoas.

 

 

 

 

Em seguida passei a voz para Philip Sykes que encheu nossos corações e nossas almas com inspiração de como construir um mundo melhor cuidando das nossas relações através da etiqueta.

 

 

 

 

Saber etiqueta não é só aprender a manejar garfos e facas, mas como nos tornamos pessoas melhores a cada dia, olhando para a sociedade e observando como podemos ajudar as pessoas em suas necessidades, criando assim uma relação verdadeira com as pessoas.

 

 

Etiqueta é sobre como nos relacionamos, como construímos nossas relações no dia a dia com as pessoas, principalmente quando nos deparamos com situações mais complicadas e temos nessa hora a oportunidade de melhorarmos a atmosfera com atitudes saudáveis.

 

 

 

Ter etiqueta é uma escolha que fazemos todos os dias de como nos posicionamos perante a sociedade, como nos projetamos e a reputação que criamos.

 

A partir daí alcançarmos nossos objetivos naturalmente, pois teremos o apoio genuíno das pessoas.

 

 

Olhar para o outro e sentir como ele está antes de começar a falar, entender como a gentileza pode mudar sua relação com uma pessoa difícil e como nossa escolha em tratar o outro pode influenciar uma cadeia inteira de pessoas a nossa volta ou em determinado grupo é essencial e a etiqueta é uma ferramenta que nos ensina a termos essas habilidades.

 

 

 

 

E Philip Sykes finalizou com uma história que encantou a todos viralizou entre os presentes:

 

Certa vez uma criança estava em uma praia cheia de estrelas do mar na areia e as jogava para o mar. Um homem olhando aquilo e observando a quantidade de estrelas do mar que haviam na extensa praia ele falou ao menino:

– O que você está fazendo?

– Estou salvando estrelas do mar – respondeu o menino

– Você nunca vai conseguir, olha quantas existem nessa praia enorme! Seu esforço é em vão.

Nesse momento o menino pegou uma estrela do mar da areia e a jogou para o mar, respondendo:

– Fez diferença para essa!

 

 

 

E assim Philip Sykes fechou nossa noite com os corações cheios de alegria e a certeza de que podemos contribuir para um mundo melhor. Que esse movimento depende da escolha de de cada um de nós.

 

E você? Também quer jogar estrelas do mar no oceano?

 

 

 

E assim finalizei nosso pronunciamento agradecendo não só a todos os presentes, mas também a todos os nossos apoiadores que fizeram possível a realização desse eventos tão especial.

 

E também à minha família, amigos e mentores que contribuíram cada um a seu modo para que eu construísse tijolo a tijolo desse grande projeto.

 

 

 

 

 

E assim o coquetel continuou, com a presença de convidados, formadores de opinião e amigos.

 

 

 

Cristiane, minha aluna e uma das ganhadoras do concurso que a premiou com um convite para a inauguração desse projeto.

 

 

 

Lusiane, também minha aluna e ganhadoras do concurso que a premiou com um convite para a inauguração desse projeto.

 

 

 

 

 

E no final uma lembrancinha entregue para cada convidado!

 

 

 

 

 

Patricia Junqueira e seu marido Emiliano Junqueira

 

 

Agradecimento aos nossos apoiadores:

 

 

Marisa Flores – @marisa_decor

Fabrika Eventos – fabrikadeeventos

Click da Foto – @clickdafoto

 

 

 

Santa Especiaria – @santaespeciaria

Amor Doce Flor – @amordoceflor

Carol Lamaita – @carol_lamaita_ceramica

Café da Condessa – @cafe_da_condessa

 

 

 

 

 

Seli Rigazzi Doces Finos – @selirigazzi

MG Hair – @mgbiaggi

Yema Queijos – @queijosyema

Ritz Festas – @ritzfestas

 

 

 

Agradecemos de coração todos presentes, todos os apoiadores e todos que de certa forma nos ajudaram a construir esse caminho até aqui.

 

A nossa queria Sylvia Dale que nos recebeu de braços abertos e com todo coração.

 

Realizar sonhos é realmente incrível, mas construir oportunidades onde todos poderão se beneficiar é ainda melhor!

 

Estamos de coração aberto esperando por você!

 

 

 

 

 


Palestra Etiqueta & Reputação – Fórum Eventos 2018

Posted on 13maio

Abril foi mês de mais um Fórum Eventos – Congresso Internacional para Profissionais de Eventos – e tivemos o prazer, eu, Patricia Junqueira fundadora da Escola Brasileira de Etiqueta e Philip Sykes da The British School of Etiquette de dividirmos o palco com Marilia Duque da Duke and Dots para falarmos no Painel de Etiqueta & Reputação.

 

Um tema pouco explorado e que poucos se preocupam no dia a dia, mas fundamental para qualquer executivo que quer crescer em sua carreira.

 

 

Philip Sykes abriu o Painel agradecendo Sergio Junqueira e sua equipe pela oportunidade de falar para aquela platéia, e começou sua palestra perguntando o que estamos fazendo por nossa reputação e em seguida deu sua visão de o quão importante é você criar e manter a sua reputação e como a etiqueta pode ser uma ferramenta útil.

 

Podemos trabalhar duro nossa vida inteira – disse Philip Sykes – e talvez não cheguemos aonde queremos por não ter construído uma boa reputação. E podemos destruí-la em menos de 5 minutos se não cuidarmos do que falamos e do que fazemos.

 

 

Dessa forma sua reputação é também a forma com que você trata as pessoas a sua volta, como você as faz sentir e o que faz por elas. Respeito dado é respeito recebido – complementa.

 

E tenho mis uma pergunta para fazer a vocês: “quantas pessoas nessa sala já tiveram a experiência de encontrar um amigo e ele falar “vou marcar um almoço” e nunca marca.

 

Quantas vezes nós não marcamos aquele almoço, quantas vezes não  enviamos aquele email? Somos nossa marca pessoal, precisamos prestar a atenção em tudo que fazemos e falamos para não nos trairmos e destruirmos nossas próprias reputações.

 

Criar a sua reputação é também cumprir aquilo que falamos e prometemos.

 

 

 

 

 

Outro ponto importante é como fazermos networking, nos apresentamos e cumprimentamos as pessoas.

 

Qual o ponto fundamental do networking? – pergunto Philip Sykes

 

 

E quando perguntamos “o que posso fazer por você” ao invés de ficar buscando na conversa o que a pessoa pode contribuir para mim, começamos a construir relações mais profundas, pois nos tornamos mais importantes para as pessoas, e elas vão nos ajudar sem que precisemos pedir.

 

É fundamental que saibamos construir nossa rede de networking de forma que seja produtiva e verdadeira, sem termos a intensão somente de usufruir dela, mas sim de contribuir para ela.

 

Ter etiqueta é pensar no outro, contribuir para a sociedade, por isso é uma ferramenta importante para criarmos nossa reputação.

 

 

 

 

 

Em seguida Marilia Duque falou sobre como construímos nossa reputação nas redes sociais e que precisamos ter o mesmo cuidados nas redes pessoais e profissionais.

 

A forma que escrevemos, uma foto que colocamos, o conteúdo que compartilhamos… tudo cria a nossa reputação.

 

Ao compartilhar um artigo nas redes sociais é como se você estivesse endossando aquilo, por isso é muito importante você ter certeza que está 100% de acordo com o que está escrito – explica Marília.

 

 

 

 

E complementou com alguns índices de como a internet e as redes sociais estão presentes e impactando nas nossas vidas pessoais e profissionais.

 

Tudo é uma grande rede, e estamos todos conectados uns com os outros. Você pode achar que aquele conteúdo é inofensivo, mas você não conhece a rede de contatos do seu amigo, e o seu conteúdo pode chegar a qualquer pessoa.

 

 

 

Em seguida como mediadora do Painel Etiqueta & Reputação finalizei o painel contando um pouco da minha experiência em relação a reputação.

 

Nos 20 anos em que fui executiva de marketing de grandes empresas sempre me cobravam ser expert na parte técnica, saber liderar equipes, fazer as entregas de alta performance no prazo, ter um curriculum excelente…. mas nunca fui incentivada ou pensei em criar a minha reputação.

 

 

E que talvez se eu tivesse colocado o foco em olhar para as pessoas e criar uma excelente reputação talvez meus esforços em chegar aonde eu cheguei tivessem sido bem menores.

 

As empresas provavelmente iriam me querer em seu quadro de funcionário e nem seria preciso me candidatar para a tal vaga. Me escolheriam para os projetos sem que eu precisasse batalhar por eles.

 

E assim, hoje percebo que criar a sua reputação deve ser uma preocupação diária de todo executivo que quer crescer e chegar em algum lugar, e podemos fazer isso através da etiqueta, nos tornando pessoas gentis e que todos querem estar por perto.

 

 

 

E encorajo vocês a criarem sua reputação com paixão, com ética e com seus valores.

 

Quando criamos a nossa reputação chegamos aonde queremos, pois as pessoas passam a nos ver de uma outra forma. Estamos todos conectados e precisamos ter a consciência de nos relacionarmos e criar vínculos verdadeiros com as pessoas para alimentarmos a cadeia produtiva onde todos ganham.

 

 

Como que eu me relaciono com as pessoas, a partir dos meus valores ajudando também as pessoas a se chegarem aonde elas querem, se desenvolverem e se tornarem pessoas melhores?

 

Criar a minha reputação não é só falar de mim e fazer meu marketing pessoal, mas ajudar as pessoas a chegarem aonde elas precisam.

 

 

 

E assim finalizamos o Painel Etiqueta & Reputação no Fórum Eventos 2018 inspirando as pessoas a se desenvolverem através da etiqueta e criarem suas reputações.

 

Nossos profundos agradecimentos a todos que nos assistiram e a equipe que tornou viável nossa participação e a a realização desse painel.

 

com Sergio Junqueira do Fórum Eventos

 

No intervalo nossas impressões e depoimentos sobre o evento:

 

 


Comportamento Empresarial – dá para aprender?

Posted on 16maio

É natural que quando começamos a trabalhar sempre nos enchemos de dúvidas de como nos portamos, como falar em público, como se vestir… o que fazer se chega atrasado em uma reunião.

 

Para isso existem os códigos de etiqueta corporativa e empresarial que nada mais são do que regras de comportamento para nos ajudar a tornar a convivência social e profissional ainda mais gentil e profunda.

 

Você já parou para pensar que a forma com que você responde um email, se posiciona em uma reunião, fala ao telefone com uma pessoa e até a forma com que você recebe o cartão de um colega pode criar uma imagem contra ou a favor de tudo que você construiu até agora?

A isso chamamos de reputação, e reputação é tudo.

 

Saber esses códigos de comportamento ou saber etiqueta empresarial é fundamental para não dar gafes, para saber se sair bem e ter uma boa imagem, mas principalmente para você olhar as pessoas de outra forma, ajudá-las no que for possível e criar uma relação diferenciada.

 

 

Etiqueta é para a sociedade, não é para o bem comum. E com esse pensamento criarmos a nossa volta um ambiente saudável para trabalharmos e fazermos negócios.

 

Sim, negócios são importantes, mas é preciso ter ética. É preciso que ambos os lados estejam satisfeitos: o que vende e o que compra. E assim criamos um mercado melhor, ambientes melhores e pessoas mais felizes.

 

Saber as regras de como entrar em uma sala, como se portar a mesa, como agradecer uma ajuda recebida, é tudo muito importante. Mas mais do que isso a etiqueta faz com que você se torne uma pessoa querida por todos, que se importa com o todo e que contribui para as pessoas.

 

Isso faz diferença na sua reputação, na sua vida e na sua carreira. Afinal de contas, pessoas fazem negócios com pessoas, não com empresas, e cuidar das nossas relações é fundamental para uma carreira promissora.

 

Quer saber mais? Faça nosso Curso de Etiqueta Corporativa e Empresarial.

 

 


O que aprendemos com a etiqueta do Casamento Real?

Posted on 22maio

Em 19 de maio de 2018 o mundo todo se volta para mais um casamento Real britânico, que como sempre traz às nossas mentes a imagem que construímos na infância de uma princesa linda se casando com o príncipe em um cavalo branco.

 

Quando adicionamos a essa cena, fatos reais de um príncipe colhendo no jardim as flores para o bouquet da noiva, percebemos que mais que sonhos e cenas criadas em nossas mentes, o homem gentil e a mulher elegante podem existir de verdade.

 

 

Filha de uma mãe negra pobre, Meghan Markle quebrou todos os paradigmas sociais e raciais quando entrou para Hollywood e conseguiu supera-los novamente quando tornou-se Duquesa de Sussex, esposa do Príncipe Harry.

 

Órfão de mãe, Harry tornou-se na adolescência um rebelde, expondo sua dor para o mundo, até que a maturidade lhe trouxe a doçura e o exemplo da mãe, que o fez seguir seus passos.

 

Ao lado do irmão mais velho, que mais que um padrinho, o acompanhou durante todo o percurso até a igreja e o apoiou como um irmão deve fazer, Príncipe Harry casou-se mostrando para o mundo que somos todos parte de uma única nação chamada Terra.

 

Com a bênção da rainha e de todos os herdeiros, como manda o protocolo real, Meghan Markle foi recebida na Família Real com graça e acolhida com o coração.

 

 

E como agradecimento deu-lhes seu respeito aceitando todas as regras, etiquetas e protocolos que fazer parte dessa família exige.

Fácil? Glamuroso?
Não acho que seja. A vida real que ela passará a ter como esposa de um príncipe será de longe uma vida livre e leve, mas juntos poderão ajudar e muito a mudar o mundo.

Mais que todas as simbologias exibidas na cerimônia, a monarquia mais respeitada do mundo mostra que não há distinção de raças, países e continentes, somos todos humanos. E que manter as tradições é também se modernizar e fazer concessões a favor do amor, seja ele entre duas pessoas, entre países ou continentes.

E assim ganha o favoritismo e os corações do mundo, mantendo e sustentando suas tradições com elegância e respeito ao próximo.

 

 

Outro enorme aprendizado que temos desse Casamento Real é que etiqueta, elegância, boas maneiras e gentileza é para todos e que pode ser aprendido.

Respeitando todo protocolo real britânico, Meghan Markle aceitou e assumiu todas as normas de etiqueta no que diz respeito a postura, sorriso, como acenar, como andar, como sentar-se e a partir de agora terá uma conduta de princesa.

Sem preconceito algum mais uma vez Meghan Markle aceitou aprender e se desenvolver para tornar-se uma pessoa melhor e abraçar a oportunidade de dedicar-se ao outro em causas sociais.

Aprender e assumir a etiqueta a fez ser aceita socialmente pela Família Real, pelo povo britânico, ganhando a admiração de todo o mundo pela sua nova postura e elegância. Mas mais do que isso, nos ensinou que livres de preconceitos entre pobre e ricos, monarcas e plebeus, etiqueta é para todos e pode ser aprendida, basta querermos. E que aprender esses códigos fazem com que seja possível qualquer pessoa transitar em qualquer ambiente de forma confiante, sendo capaz de se relacionar de forma profunda e verdadeira com todos a sua volta.

Príncipe Harry e a Rainha Elizabeth II nos dão uma aula de união entre as nações, mas é Meghan Markle que tem todos os méritos por ter se despido de todo preconceito, aprendido todos os códigos e conseguido chegar lá.


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